Embolando Palavras

Ministro Celso Amorim massacra Alexandre Garcia

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, massacrou Alexandre Garcia, aquele que é especialista em tudo, durante entrevista à Globo News, sobre a situação de Honduras, onde golpistas depuseram o presidente eleito do poder e fizeram do país um estado de exceção.

Entre muitas coisas, Celso Amorim lembrou que toda a comunidade internacional condenou o golpe em Honduras e apoiou o refúgio que a embaixada brasileira concedeu ao presidente deposto Manuel Zelaya. “Há uma unanimidade na comunidade internacional. Os únicos contra [a atuação do Brasil em Honduras] são alguns setores do Brasil“, destacou o ministro, perante um pálido representante do PIG.

Clique aqui para ver a entrevista na íntegra.

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3 opiniões sobre “Ministro Celso Amorim massacra Alexandre Garcia

  1. franciiiiisco em disse:

    Allison, mais um potiguar na blogosfera? Tb moro em Natal, embora seja cearense de nascença e maranhense de coração (eta confusão).
    Cara, nunca entendi a batida frase de Nelson Rodrigues, “toda unanimidade é burra”, mas com esse episódio de Honduras acho que começo a alcançar seu real significado. Não estou te chamando de burro, por favor. Nem aos outros analistas (muitos deles acima de respeitáveis) que compartilham com tua opinião.
    O fato de haver uma suposta “unanimidade” em torno desse e de outros assuntos não prova nada.
    Primeiro: não é uma unanimidade. Uma evidência disso é que, se “os únicos contra [a atuação do Brasil em Honduras] são alguns setores do Brasil”, as marchas do povo hondurenho pela restituição de Zelaya seriam umas 200 vezes maior do que a que Tegucigalpa está vendo (e menos vermelhas – e mais azuis e brancas também).
    Segundo: mesmo sendo unanimidade, essa unanimidade não pode solenemente que Honduras tem uma constituição democrática em cujo artigo 239 lê-se “El ciudadano que haya desempeñado la titularidad del Poder Ejecutivo no podrá ser Presidente o Vicepresidente de la República. El que quebrante esta disposición o proponga su reforma, así como aquellos que lo apoyen directa o indirectamente cesarán de inmediato en el desempeño de sus respectivos cargos”.
    Por pior que seja, é o que diz a constituição.
    Agora, todo o resto dos procedimentos adotados eu contesto, a começar pela retirada forçada de Zelaya do país. Nisso, houve uma trapalhada, que acabou dando uma aparência de golpe.
    ABraço.
    Por que essa “unanimidade” internacional não faz a mínima menção a este pequeno detalhe? Talvez ele tenha alguma relação com o clima de relativa paz em que vive a maioria dos hondurenhos com a deposição do presidente Zelaya.

  2. esdras em disse:

    Aliás, o blogueiro queria Zelaya em casa?

    Pode levar…

  3. esdras em disse:

    Claro que toda a comunidade internacional deu apoio. Agora pergunte quem queria esse problema para si…

    Ô lógica besta…

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