Embolando Palavras

Mea culpa

O “Embolando” entrou em recesso forçado nas últimas semanas. É verdade que o aviso vem um pouco atrasado, porque o tempo já vai longe e alguns amigos que costumavam passar por aqui perderam a paciência. Mas, por favor, aceitem a minha mea culpa.

Um amigo brincou certa vez dizendo que minha vida é uma verdadeira montanha russa de emoção. Isso logo após eu ser surpreendido por uma dessas viradas bruscas que a roda do destino dá sem nos avisar. Fui obrigado a lhe dar razão. Estou sempre no meio do redemoinho da vida, procurando o equilíbrio entre o meu caótico universo particular e o mundo ao meu redor. Mundo que é um moinho, como dizia Cartola — mas nem todos os sonhos são mesquinhos.

Eu que bebo a milenar inquietação do mundo, como o João Silva do poema de Mário Quintana. Eu que nasci para ser gauche na vida, como Carlos Drummond de Andrade. Eu que vim aqui para desafinar o coro dos contentes, como Torquato Neto.

Eu que insisto em acreditar que os sonhos são indeléveis, que vale a pena investir na esperança e que a injustiça é a coisa mais feia que existe… O “Embolando” voltou. Vambora.

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Uma opinião sobre “Mea culpa

  1. Gustavo em disse:

    Sensacional o texto do retorno! Vambora!

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