Embolando Palavras

Navegar

Às vezes faltam palavras. Em outras, vontade.

Mas aí o vento vira, a maré se agita e a gente rema – crente que, cedo ou tarde, o barco chegará à dobra do mar.

Enquanto não chega, a gente continua navegando – enquanto a poeira de que somos feitos não se desmancha no mar.

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