Embolando Palavras

Alô, Alô crianças e famílias de Realengo, o meu abraço!

Não escrevi nada sobre a tragédia da Escola Tasso da Silveira, no bairro carioca de Realengo, porque fiquei tão desnorteado com aquela brutalidade que não sabia o que dizer. Nessas horas, às vezes é melhor fazer como cantou Paulinho da Viola: “Silêncio, por favor, enquanto esqueço um pouco a dor no peito…“.

Evitei ver as cenas do massacre e ler matérias sobre o assunto. Tudo cheirava a muito sensacionalismo. Preferi oferecer meu silêncio solene e cúmplice em respeito à dor das famílias vitimadas. É pouco, muito pouco, frente à dimensão do luto delas, mas é o que sinto e o que posso compartilhar.

Hoje, lendo o Blog da Maria Frô, vi a homenagem que o jornal O Dia fez aos alunos que voltaram às aulas e às famílias das 12 crianças assassinadas. É, certamente, um lampejo de beleza, ternura e esperança em meio a um episódio tão avassalador.

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