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6 opiniões sobre “Contato

  1. Caro Alisson, nao consegui acessar seu blog renovado… Como faço para le-lo?

  2. Caro Alisson, obrigado por incluir-me nos seus links.
    Estou fazendo umas mudanças em meu Blog e Site.
    Domingo publicarei em minha página um artigo analitico sobre esse protagonista obsessivo que nos custa caro.
    Excelente publicação. Parabéns.

    • alissoncal em disse:

      Caro Franklin, é uma honra saber que você passa de vez em quando por aqui.
      Aguardo, ansiosamente, pelo seu novo artigo.
      Abs.

  3. VERÔNICA em disse:

    Olá aqui vai uma sugestão a respeito,do poder público,sobre a prefeita micarla de sousa.sobre o posto de saúde da retinha coello,na avenida bernardo vieira….
    O posto de saúde está um caos,o atendimento de fixas não esta coveniente aos demando de orarios ao público,por falta de verbas a um grande mal atendimento,por falta de respeito a ser humano.com uma falta de medicamentos e falta de utensilios, inapropriados,para pacientes.está uma vergonha,esper que faça alguma coisa ,pela população,que não podem pagar tratamentos particulares,esse é o seu dever com a população,pois vcs precisam de votos ,e nós precisamos de respeito,para com a nossa saúde.

  4. esdras em disse:

    Olha mais uma notícia que o seu querido PIG publicou (Coluna do Josias de Souza, no UOL):

    “Servidor preso recebeu salário do Senado por 5 anos

    Confirmou-se nesta quinta (17) o caso do presidiário que, atrás das grades, continuou recebendo salário do Senado.

    Chama-se João Paulo Esteves o personagem cujo nome Arthur Virgílio cobrara de Renan Calheiros que divulgasse.

    Desceu ao cárcere em 1991. Puxou uma cana de quase cinco anos. Período em que os salários do Senado continuaram pingando em sua conta bancária.

    Estava lotado na liderança do ex-PFL, hoje DEM. Era líder o senador ‘demo’ Marco Maciel.

    Cuidava do ponto do presidiário o irmão dele, Sílvio Esteves, também lotado à época na liderança do então PFL.

    Sílvio ora falsificava a assinatura do irmão ora levava a lista de frequência à cadeia, para que João Paulo a rubricasse.

    Fechando a pantomima, a pseudopresença do preso era atestada por Maria do Socorro Rodrigues, que respondia pela chefia do gabinete de Maciel.

    Em 1997, o Senado se deu conta, com sete anos de atraso, que albergara um preso na folha salarial custeada pela Viúva, veneranda e desamparada senhora.

    Sílvio Esteves, o irmão do presidiário, foi submetido a duas sindicâncias internas. Uma recomendou que fosse suspenso por 90 dias.

    Outra concluiu por punição mais adequada: demissão. Primeiro-secretário de então, Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB), optou pela suspensão.

    Além dos 90 dias de punição, impôs-se a Sílvio Esteves o pagamento de uma multa: 50% do salário dele.

    Mais tarde, o TCU condenou-o a repor aos cofres públicos os salários desviados. Coisa de R$ 219 mil.

    Quanto à chefe de gabinete Maria do Socorro, arrostou uma multa de R$ 10 mil. E ficou nisso.

    Hoje, João Paulo, o ex-preso, é aposentado. Como se nada tivesse acontecido, integra o rol dos felizardos inativos do Senado.

    Silvio Esteves, o irmão, continua pendurado na folha do Senado. Está lotado numa repartição chamada Subsecretaria de Anais.

    As informações acima foram providas, nesta quinta, por Nilson Rebelo, atual chefe de gabinete de Maciel.

    Ele tentou diminuir a responsabilidade do chefe no malfeito. Deu a entender que Maciel agira por compaixão.

    Disse que Sílvio, o irmão, encarecera a Maciel que lotasse o irmão João Paulo, um servidor concursado, na liderança do ex-PFL.

    Alegara que o irmão arrostava problemas de alcoolismo. E o deslocamento poderia ajudar na sua reabilitação.

    Mas que diabo, ninguém notou que o alcoólatra não dava as caras no gabinete? Sim, claro. Mas o irmão dizia que ele adoecera. Tuberculose.

    As “explicações”, por canhestras, não explicam. Apenas reforçam a flacidez com que, no Senado, são dissipadas todas as verbas.

    Ali, fica mais uma vez demonstrado, dinheiro público é confundido com dinheiro grátis. Não é. Custa o suor do contribuinte.

    O que vai ser feito? Ora, nada! O aposentado ex-preso continuará recebendo a pensão. O irmão continuará no setor de anais. O senador benfeitor permanecerá intocado. ”

    Para mim só confirma que o rótulo do PIG é apenas a desculpa que desiludidos “esquerdistas” tem para justificar com nada as besteiras dos seus preferidos. O que qualquer meio de comunicação faz é venda, não de informações, mas publicidade, jornais, espaço, etc.

  5. Ana em disse:

    Olá Alisson,

    Vim ao seu blog por indicação de uma amiga comum. Estou encantada pela democracia imperante neste espaço.
    Sou servidora pública e, acima de tudo e de todos os conceitos, cidadã roxa, ambientalmente falando – é apenas um trocadilho – e por isso, não admito ver e sentir que os que nos “governam” nos tratem com desrespeito.
    Atualmente a nossa cidade é governada pelos verdes, nada contra o PV – ainda mais com Marina em seus quadros -, mas acho que, lamentavelmente, o partido repete prática vergonhosa de todos os tempos, de tratar a população local tão pacífica e ordeira, como se fosse um nada. Foi desta forma que me senti no último feriado (07/09), quando as empresas de ônibus, mais uma vez, transportaram pela cidade as pessoas como se elas fossem mercadorias. E isso aconteceu exatamente, no primeiro feriado – dia de tarifa social -, após o tão “negado” aumento de tarifa. Neste dia, as estações de transferência pareciam gaiolas, em que as pessoas rezavam para sair, pois todos os ônibus chegavam superlotados e saiam sem atender a demanda, por dois motivos: a porta traseira do ônibus serve para os que vão descer em qualquer lugar e para os que vão subir na estação, ou seja, ocorreram ENGARRAFAMENTOS DE GENTE na parte de trás do ônibus – algo inusitado, mesmo a CIDADE sendo DA GENTE. O segundo motivo foi a redução da frota de ônibus, que sempre acontece nos finais de semana e feriados, e num feriadão nem se fala. Ora, se uma das razões para o aumento da tarifa foi o aumento de 100 CARROS na frota de ônibus. Eu me pergunto para que? para deixá-los na garagem e, nós, os SEM CARRO ficarmos a ver navios.
    Mais uma perguntinha. Na SEMOB (STTU), existe um setor de engenharia de trânsito? se existir me avisem que vou a pé, sem tarifa social porque esta foi pro beleléu, pra casa de chapéu.

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