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Enildo recua e demite os filhos de Kalazans

Depois da repercussão negativa, o secretário-chefe do Gabinete Civil da Prefeitura de Natal, Kalazans Bezerra, pediu ao vereador Enildo Alves (sem partido) para exonerar os filhos dele (Kalazans) dos cargos na Câmara Municipal. Bruna Samara Louzá Santos Bezerra havia sido nomeada para a assessoria parlamentar da Mesa Diretora, enquanto seu irmão, Bruno Henrique Louzá Bezerra Santos, estava lotado no gabinete do líder da prefeita Micarla de Sousa.

Enildo Alves, o falante, disse que Kalazans enviou ofício pedindo a exoneração dos rebentos dele. Ao contrário do que afirmou ontem, Enildo garantiu que Kalazans não indicou os filhos para os cargos, assumindo sozinho a responsabilidade pela nomeação dos dois jovens.

Parece que o vereador Enildo Alves entendeu, a duras penas, que não pode nomear quem quiser, como havia bradado no dia anterior. Constrangido, o parlamentar teve que baixar o tom e calçar as sandálias da humildade.

Esse foi só mais um episódio para a coleção de lambanças protagonizadas pela prefeita e seus aliados. Essa gestão passará à crônica política natalense como uma aventura desastrosa, uma pantomima sem graça, um espetáculo mambembe que não vale a pena ver de novo.

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A banalização da moral na administração Micarla de Sousa

Além de relegar a cidade ao caos generalizado, a administração de Micarla de Sousa (PV) vem se notabilizando pela banalização da moral.

A denúncia da nomeação dos filhos do secretário-chefe do Gabinete Civil, Kalazans Bezerra, para cargos na Câmara Municipal de Natal, é um escárnio contra os cidadãos e demonstra como a troca de favores se consolidou como moeda de barganha nesta gestão.

Bruna Samara Louzá Santos Bezerra e Bruno Henrique Louzá Bezerra Santos foram nomeados, respectivamente, para a assessoria parlamentar da Mesa Diretora da CMN e para o gabinete do vereador Enildo Alves (sem partido), líder da bancada governista.

O vereador Raniere Barbosa (PRB) questionou, em pronunciamento na CMN, as nomeações, argumentando que tratava-se de caso de nepotismo, conforme a Súmula Vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal (STF).

O dispositivo do STF proíbe a contratação de parentes de autoridades e funcionários para cargos de confiança, comissão e função gratificada no serviço público, além de vedar o “nepotismo cruzado”, prática comumente usada entre agentes públicos para nomearem parentes uns dos outros em troca de favores.

Além do escândalo em si, é triste ler as declarações do vereador Enildo Alves, que, para justificar a cruzeta com Kalazans Bezerra, afirmou que nomeia quem quiser, como se não tivesse que dar explicações à sociedade que lhe outorgou o mandato parlamentar.

“Essa é uma questão minha. Nomeio quem eu quiser. A cada vereador é dada essa autonomia de escolher quem quer que o auxilie. Cada um tem sua cota”, declarou o líder de Micarla, revestido pela couraça da sua conhecida empáfia.

Não, vereador Enildo Alves, o senhor não pode nomear quem quiser sem dar satisfações à sociedade, a quem o senhor diz representar.

A sua autonomia esbarra no interesse público. O quinhão a que o senhor afirma ter direito para nomear seus auxiliares não o exime de explicar suas ações ao povo.

Melhor seria se o senhor descesse do trono que imagina ocupar e, em vez de defender os desmandos da prefeita-borboleta e do seu séquito de aduladores com fidelidade canina, defendesse os direitos daqueles a quem o senhor prometeu servir: os cidadãos natalenses.

As ‘excelências’ trocam farpas na CMN

Li no Nominuto.com sobre a troca de farpas entre os vereadores socialistas Adenúnio Melo e Enildo Alves, ambos do PSB. Adenúnio, ex-boxeador, reclamou das “brigas” de Enildo, líder da prefeita. Adenúbio tentou nocautear Enildo, exigindo que o médico se afastasse da liderança da bancada situacionista. Enildo chamou Adenúbio de “demagogo”. Adenúbio disse que ficou “magoado”.  

O quiprocó entre os socialistas começou quando Enildo disse que há anos os vereadores apresentavam “projetos demagógicos e que não tinham influência direta na vida da população” e citou um projeto de Adenúbio (o que criava o abatedouro público de Natal) como exemplo. Adenúbio reclamou que “estava tão contente”, mas seu colega havia “estragado o clima”. Fiquei com uma peninha dele (Adenúbio). Imaginei-o fazendo biquinho de magoado… maizomi!!!

P.S.: Nessa estou com Enildo e não abro. É fato que a maioria dos projetos das ‘excelências’ da CMN não valem porcaria nenhuma.

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