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Mercadante vem a Natal conhecer Instituto de Neurociências de Nicolelis

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, virá a Natal, nesta quinta-feira (3), para conhecer o Instituto Internacional de Neurociência Edmond e Lily Safra, implantado em Macaiba pelo neurocientista Miguel Nicolelis.

A chegada do ministro está prevista para as 8h30. Após conhecer o IINN, Mercadante fará uma visita à escola de ensino fundamental complementar Alfredo J. Monte Verde, no bairro de Cidade da Esperança em Natal, também fundada por Miguel Nicolelis.

Em seguida, o ministro concederá entrevista coletiva à imprensa.

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Nicolelis nega candidatura à Prefeitura de Natal

O neurocientista Miguel Nicolelis, tuiteiro engajado, crítico da administração verde na capital potiguar, descartou a possibilidade de concorrer à Prefeitura de Natal em 2012.

Pelo Twitter, Nicolelis avisou: “Podem cortar essa história pela raiz“.

Nem cruza os dendritos dos meus neuronios corticais! Nao ha hipotese alguma!“, completou.

Miguel Nicolelis tem repetido que a classe política do Rio Grande do Norte está “falida”. Em 2003, implantou em Macaíba o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lilly Safra e a escola de ensino fundamental complementar Alfredo J. Monte Verde, no bairro de Cidade da Esperança em Natal.

No ano passado, Nicolelis lançou um documento chamado Manifesto da Ciência Tropical: Uso democrático da ciência para transformação social e econômica do Brasil.

Entre outros pontos, o documento propões a criação de um “programa de educação científica pública, protagonista e cidadã de alto nível” para beneficiar um milhão de crianças; criação de centros nacionais de formação de professores de Ciência; e Criação de 16 Institutos Brasileiros de Tecnologia espalhados pelo país (clique aqui e leia mais sobre o manifesto).

As iniciativas, o engajamento e a coragem cívica de Nicolelis ajudam a explicar a exaltação que se formou em torno do seu nome. Em artigo no Novo Jornal, o jornalista Everton Dantas lançou o nome do cientista para a vaga ocupada por Micarla de Sousa.

Everton citou o “apagão de inteligência” vivido pelos governantes e legisladores locais, disse enxergar em Nicolelis o único capaz de “resolver a equação que é termos um Estado tão cheio de potencialidades e ao mesmo tempo tão ‘anêmico’” e argumentou que a candidatura dele “daria fim à histórica ocupação oligárquica da Prefeitura”.

É inegável que diante do vácuo de ideias em que vivemos, Miguel Nicolelis logo se destacaria porque ousa pensar. A ousadia, porém, vai mais longe. Ao pensar, ele se posiciona diante dos fatos, critica, cobra respostas. Manter essa postura, aqui onde vigora uma espécie de pacto da hipocrisia, é assumir riscos.

Mas para nosso desalento, Nicolelis enfatizou que a política partidária não está em seus planos. No encontro promovido pelo blogprogrn, semana passada, ao ser questionado se pensava em entrar pra política, respondeu: “Mas isso que eu faço é que é política”.

Ao recusar o lugar de herói que alguns querem lhe atribuir, Nicolelis dá outro recado: a capacidade inventiva, organizacional e mobilizatória da cidadania é muito maior que a burocracia do poder.

As tiradas de Nicolelis

Miguel Nicolelis contou no encontro com o blogprogrn, semana passada, sua epopeia para provar a uma blogueira natalense que não era um fake. Ela havia reclamado das opiniões que o neurocientista postara no Twitter. “Cientista não fala isso”, argumentou.

Apesar da repreensão da blogueira, Nicolelis continua expressando suas opiniões na ‘teia’. Desta vez, o assunto das tuitadas do neurocientista foi Micarla, Natal e o Egito. Tudo embolado no mesmo balaio. Veja:

A revolução em curso no Egito

A convulsão social que tomou conta do Egito desde o último dia 25 de janeiro, data em que eclodiram os protestos de rua pedindo o fim do regime ditatorial de Hosni Mubarak, há 30 anos no poder, chama a atenção, entre outros motivos, pelo protagonismo da internet e das redes sociais — a “teia”, como prefere o neurocientista Miguel Nicolelis — no planejamento, convocação e divulgação do movimento democrático naquele país do Oriente Médio.

O jornalista inglês Robert Fisk, em artigo reproduzido na Carta Maior, disse que “Esta é uma revolução pelo Twitter e pelo Facebook e há muito que a tecnologia derrubou as normas caducas da censura“.

No debate com os Blogueiros Progressistas do RN, na última sexta-feira (28), Miguel Nicolelis afirmou que a teia se espalharia e, em breve, daria início a uma nova democracia libertária, cujo fundamento seria o maior engajamento dos indivíduos. O que está acontecendo no Egito pode ser encarado, quem sabe, como prenúncio da realização dessa utopia.

Não por acaso, o governo de Hosni Mubarak cortou o acesso à rede, na tentativa de impedir que a internet continuasse sendo usada para convocar novas manifestações. A censura, pelo visto, não deverá surtir efeito. Nesta terça-feira (1°), segundo noticiaram as agências internacionais, os opositores do presidente egípcio anunciaram novo protesto na praça Tahir, onde começou o levante, na capital Cairo.

O Movimento 6 de Abril é o principal grupo de oposição responsável pela organização dos protestos. A Irmandade Muçulmana, antes resistente em aliar-se ao movimento, declarou apoio oficial ao levante.

O presidente Hosni Mubarak tenta, a todo custo, manter-se no poder. Ele nomeou, pela primeira vez em 30 anos, um vice-presidente, um novo primeiro-ministro e trocou um punhado de outros ministros. As oposições, porém, rejeitaram o diálogo com o regime.

No domingo (30), Mohamed ElBaradei, Prêmio Nobel da Paz, nomeado pela Coalizão Nacional por Mudança para negociar com Hosni Mubarak, juntou-se aos rebeldes da praça Thair, disse à multidão que “a mudança chegará” e pediu o fim do regime do presidente egípcio.

Até agora, mais de cem pessoas morrerram durante a onda de protestos no país.O jurista Wálter Maierovitch, em seu blog na Terra Magazine, afirmou que o estopim da revolta do povo egípcio foi quando Mubarak resolveu preparar a sua sucessão, cujas eleições estão marcadas para outubro próximo. o presidente escolheu ninguém menos que o filho mais novo, Gamal Mubarak, 47, para sucedê-lo. O povo, então, reagiu.

Os analistas contam que a reação popular egípcia é inspirada no levante que derrubou o ditador da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, que governava o país há 23 anos. Ben Ali fugiu para a Arábia Saudita. O efeito dominó fez surgir levantes também na Jordânia, Iêmen, Argélia, Mauritânia, Sudão e Omã.

A imprensa ocidental, ecoando a voz dos Estados Unidos, sustenta que o risco é que a ditadura de Hosni Mubarak seja substituída por outra de inspiração islâmica, com a tomada do poder por grupos tidos como extremistas. Para Robert Fisk, essa tese é furada. “É apenas uma massa de egípcios asfixiada por décadas de fracasso e humilhação“, escreveu.

Na expectativa de afastar as desconfianças dos líderes das potências ocidentais, supostamente preocupados com a ascenção dos extremistas islâmicos, ElBaradei se disse disposto a assumir a presidência temporária do Egito para “uma transição à democracia”. A Irmandade Muçulmana, grupo político mais organizado do país, declarou apoio à pretensão do líder pacifista, sinalizando que o tema da religião não está em pauta.

Mas por falar em religião, as cenas de cristãos cercando as mesquitas para que muçulmanos pudessem fazer suas preces forneceram, até aqui, a mais bonita alegoria da revolução egípcia.

A teia é a trincheira da resistência democrática

A teia se espalha. O encontro com o neurocientista Miguel Nicolelis, promovido pelo movimento dos Blogueiros Progressistas do RN, na última sexta-feira (28), repercutiu na blogosfera nacional, enquanto por aqui a regra foi silêncio. Os valorosos Carta Potiguar, Substantivo Plural e Jornalismo em Foco foram das poucas exceções.

Um amigo, entre perplexo e incrédulo, comentou: “A palestra de uma das 100 pessoas mais importantes do mundo, segundo a revista Science, só repercutiria em Natal se fosse alheia à seboseira local”.

O curioso é que essa turma bravejou contra o movimento blogprogrn, desdenhando da classificação de “progressistas”. Um jornal da cidade ironizou dizendo que o grupo se auto-intitulava progressista. Tive que responder sobre isso várias vezes. O desinteresse pelo debate com o maior cientista brasileiro vivo é auto-explicativo e revela quem são e como pensam os conservadores – ainda que resistam em vestir a carapuça.

Mas voltemos ao bate-papo com Nicolelis. Em certo momento da conversa, ele disse acreditar que essa teia, formada pela multiplicidade de redes sociais, poderá nos levar a um novo modelo de democracia libertária, em que é “inevitável a quebra do monopólio do conhecimento, da noticia, do fato”.

Nicolelis não poupou críticas à manipulação praticada pela grande mídia brasileira. “Cada um de nós pode ser o propagador de um fato, de uma interpretação do fato. Vivemos durante muitos anos nas mãos de quem manipulava, mas nós evoluímos (…). A disseminação da verdade pelos meios de comunicação de massa são dólares. Durante séculos acreditávamos naquilo que vinha escrito. ‘Isso aqui foi o cara da Folha de São Paulo que escreveu e é verdade’ “, provocou, levantando risos do auditório lotado.

Por falar em Folha de São Paulo, Nicolelis contou um episódio que presenciou no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suiça) para demonstrar como a velha mídia conservadora coloca em prática a estratégia da manipulação dos fatos. “Eu sentei ao lado de um jornalista da Folha. Falaram do sucesso do Brasil em Davos, mas no outro dia o jornalista não deu uma linha sobre isso na coluna dele. Pelo contrário, a tônica era ‘Ninguém fala do Brasil em Davos’. Inacreditável”.

Para se contrapor a essa manipulação nociva, o neurocientista defendeu que essa teia de indivíduos, ideias e conhecimento deve se espalhar, até que atraia cada um, transformando a todos em protagonistas do novo mundo que tanto desejamos. A teia é a trincheira da resistência democrática.

“Apesar de todas as diferenças aparentes que são minúsculas, somos todos iguais. A neurociência é a teia. Olhando pra todos nós ao mesmo tempo, vão chegar à mesma conclusão: nós somos todos muito iguais. Não é a toa que somos da mesma espécie. Destoamos no atacado, mas no varejo somos previsíveis. Uma visão, uma ideologia de mundo nos dividiu, mas a teia vai nos unir”.

Em encontro com blogueiros potiguares, Nicolelis fala sobre ciência, democracia, política e jornalismo

O movimento dos Blogueiros Progressistas do Rio Grande do Norte recebeu, na noite desta sexta-feira (28), o neurocientista Miguel Nicolelis, professor da Universidade de Duke (EUA) e co-fundador do Instituto Internacional de Neurociência de Natal Edmond e Lilly Safra. O evento, realizado no auditório da Livraria Siciliano (Shopping Midway Mall), serviu como preparação para o 1º Encontro de Blogueiros Progressistas do RN, marcado para os dias 25, 26 e 27 de março.

O tema do bate-papo foi “Redes sociais, participação política e desenvolvimento da ciência”. Nicolelis iniciou dizendo que sua participação no evento demonstrava o poder dessas novas formas de comunicação. “Estou no Twitter há apenas 15 dias, mas já estou aqui para falar sobre redes sociais – mesmo sem saber nada sobre isso”, brincou, arrancando risos da plateia.

Em seguida, disse que o título da palestra poderia ser “Eu juro que eu sou eu”, fazendo referência ao debate travado com uma badalada blogueira potiguar, a quem teve que provar que seu recém-criado perfil no Twitter não era um fake.

Nicolelis aproveitou o episódio como gancho para tratar da questão da identidade no contexto das redes sociais. Ele sustentou que o modelo de mundo que conhecemos, bem como nossa identidade, não passa de uma “simulação” do cérebro. Emendou dizendo que a “cultura do ‘eu’ é uma ilusão”.

“Eu me defrontei com essa ilusão ao tentar provar que eu sou eu. Eu me engajei num debate com uma jornalista que foi uma das coisas mais fascinantes. Comecei a falar das minhas opiniões, primeiro sobre a política do RN, mas não funcionou”.

“Pare pra pensar: nós vivemos num mundo em que qualquer um pode ser eu, qualquer um pode assumir qualquer personalidade. O sucesso das redes sociais, em minha opinião de neurocientista, se deve, primeiro,  a uma coisa que vou tratar no livro que será lançado no próximo mês. Daqui a algumas centenas de anos não vamos precisar disso aqui, teclado, celular… Nós vamos pensar e nos comunicar, nos amalgamar numa rede conscientemente sem a necessidade dessas coisas pouco eficientes, como os nossos dedos, os teclados… Nós já estamos observando, mesmo com os limites que temos, já vivemos os primórdios de uma sociedade onde a identidade real não faz diferença nenhuma”, discorreu.

O neurocientista destacou que as redes sociais “conseguiram fazer as identidades, às quais a gente se apegou tanto, desaparecerem”. “Você pode assumir o que você sempre quis ser, mas não podia por medo do preconceito. Nós ainda não conseguimos lidar com o fato que as pessoas são de diferentes matizes. As redes têm essa vantagem de permitir que as pessoas possam assumir [suas ideias] livremente”.

“Não existe isso de imparcialidade”

Após discorrer sobre as redes sociais e a dispersão da identidade, Nicolelis afirmou que a ideia da “imparcialidade”, tanto jornalística quanto científica, não passa de “balela”. “Como neurocientistas, estamos cansados de saber que não existe isso de imparcialidade, como pretendem os jornalistas. Não existe imparcialidade nem jornalística nem científica”.

Para comprovar sua sentença, relembrou a cobertura midiática das eleições presidenciais do ano passado, quando a imprensa tradicional, mesmo se dizendo “imparcial”, se alinhou à candidatura do candidato do PSDB/DEM, o ex-governador de São Paulo José Serra.

“O que aconteceu no Brasil na eleição passada foi a demonstração da falácia de certos meios de imprensa e do partidarismo que invadiu essa opinião dita imparcial. Mas o desmentido só ocorreu nesse lugar capilarizado chamado blogosfera. A guerra da informação foi travada aí. A eleição foi ganha na trincheira da blogosfera, porque os desmentidos eram instantâneos”, comentou.

Nicolelis defendeu que a “teia” – termo que disse preferir usar para se referir às redes sociais – que está se formando no Brasil “é um fenômeno mundial de relevância fundamental”. Para ele, a blogosfera teve um papel de destaque nas eleições de 2010.

“Essa teia já ganhou uma eleição do ponto de vista da informação, já derrotou o exército de uma mídia que tem opinião, mas que exerceu essa opinião sem dizer. Aí é que tá o engodo. A opinião é legítima, mas esconder que tem opinião não é”.

Miguel Nicolelis frisou que outro efeito provocado pelo surgimento dessa teia é o fato de considerar “inevitável a quebra do monopólio do conhecimento, da noticia e do fato”. “Cada um de nós pode ser o propagador de um fato, de uma interpretação do fato”.

Mesmo ressaltando sua condição de neófito, Nicolelis demonstrou entusiasmo com o potencial dessa “teia” desembocar no surgimento de um novo modelo de democracia, em que os indivíduos tenham um novo papel.

“A democracia representativa é muito interessante, mas ela faliu, porque o grande objetivo dos representantes dos indivíduos do planeta é representar a si mesmo. Existe um potencial imenso de uma nova democracia, onde os indivíduos tenham um novo papel, em que possam ser agentes atuantes e definidores da nossa cidadania”.

Blogueiros Progressistas recebem Miguel Nicolelis

O Movimento de Blogueiros Progressistas do RN receberá o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis na próxima sexta-feira, 28 de janeiro.  Nicolelis, recém-chegado ao twitter e cientista bastante engajado em causas sociais, falará sobre o tema Redes sociais, participação política e desenvolvimento da ciência.  O evento será mediado pelo jornalista Sérgio Vilar, a partir das 20h, no auditório da livraria Siciliano, com apoio técnico da Qualitek Tecnologia e da GB Tecnologia e Informática.

Para debater com Nicolelis, o professor José Luiz Goldfarb, da PUC-SP, também participará do evento através de videoconferência pela Internet.  Além disso, todo seminário, que terá duração de duas horas, será transmitido via twitcam, através do perfil @blogprogRN.  Os interessados em participar no local precisam se inscrever através do e-mail blogprogressistasrn@uol.com.br.  Apenas 50 pessoas poderão acompanhar o evento dentro do auditório.

Miguel Nicolelis é médico com doutorado em Ciências (Fisiologia Geral) pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professor titular do Departamento de Neurobiologia e Co-Diretor do Centro de Neuroengenharia da Duke University (EUA), professor do Instituto Cérebro e Mente da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça) e Diretor Científico do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS). Nicolelis é considerado um dos maiores pesquisadores do planeta na área de neurociências e, por diversas vezes, lembrado para o Prêmio Nobel. Ele lidera pesquisas que podem, por exemplo, representar avanços históricos no tratamento do Mal de Parkinson.

Já o professor José Luiz Goldfarb é graduado em em Física pela USP, mestre em Filosofia e História da Ciência (McGill University, Canadá) e doutor em História da Ciência pela Universidade de São Paulo.  Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, vice-coordenador do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência.  Além disso, coordena o Twitter da PUC/SP e é presidente da Cátedra de Cultura Judaica da Universidade. É também coordenador de diversos programas de incentivo à leitura, como o “São Paulo: um Estado de Leitores”, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, além de ser curador do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro.

O movimento dos Blogueiros Progressistas nasceu a partir da articulação do Centro de Mídia Alternativa Barão de Itararé.  O seu primeiro encontro nacional reuniu mais de 300 blogueiros, tuiteiros, ativistas e curiosos em São Paulo nos dias 20, 21 e 22 de agosto de 2010.  Os blogueiros progressistas do RN estão organizando o seu I Encontro Estadual para o período de 25 a 27 de março de 2011.

 

Serviço

Redes sociais, participação política e desenvolvimento da ciência

com prof. Miguel Nicolelis. Participação do prof. José Luiz Goldfarb e mediação do jornalista Sérgio Vilar.

Data: 28/01/2011

Local: Auditório da Livraria Siciliano (Midway Mall, em Natal/RN)

Horário: 20h

Inscrição: Não há mais vagas.

 

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